DEGELO COM GLICOL EM CIRCUITO SECUNDÁRIO

O glicol quente percorre o núcleo do Evaporador em circuito independente destinado a somente ao degelo, promovendo o eficiente derretimento com baixo custo. O glicol é aquecido em um trocador de calor que absorve o calor do gás de descarga de um ou mais compressores. O glicol aquecido é mantido em um tanque isolado até que um ciclo de descongelamento seja necessário. As bombas de glicol fornecem o glicol quente, mantido a 20°C, para o evaporador que está sendo descongelado. O glicol quente entra nos tubos do circuito secundário que esta entrelaçado ao circuito de refrigeração de modo que o calor possa ser conduzido dos tubos para as aletas da serpentina, derretendo o gelo. A bandeja de drenagem também é aquecida por uma serpentina onde o glicol quente mantem a bandeja quente enquanto o gelo derretido é drenado.

Sistema de degelo com glicol quente para vários evaporadores

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Vantagens
• Desprezível dissipação de calor dentro da Câmara
• Sem choque térmico no circuito de refrigeração
• 80% a menos do Custo Anual comparado com degelo elétrico
• O grupo de válvulas de controle e tubulação de degelo é simples e de baixo custo

Cuidados

• Mínima temperatura da câmara com este método de degelo é de -18°C.• Nesta temperatura de -18˚C ou mesmo abaixo de 0˚C a potência de 

bombeamento do glicol aumenta

devido a maior viscosidade da solução elevando a pressão de bombeamento necessária para mover a solução de glicol fria para fora da serpentina no início do degelo.
• O ponto de congelamento da solução de glicol deve ser mantido abaixo da temperatura de evaporação do refrigerante na serpentina para evitar congelamento e estourar os tubos da serpentina durante a operação normal de resfriamento.